domingo, 8 de novembro de 2015

Revista 4 CPAD - Juniores | Escola Bíblica Dominical

Olá!

Hoje vim dividir com vocês um Blog que vem me ajudando bastante em minhas aulas na Escola Dominical da Assembléia de Deus Templo Central, a igreja onde congrego. O nome do Blog é Pequeninos de Jesus (clique no link para conhecer), eles sempre trazem disponível a lição digitalizada e sugestões de atividades bastante interessantes a serem realizadas com os pequenos. 






Hoje tivemos a 6ª lição que vocês podem conferir pelo link a seguir:


Também vou deixar os links das lições já disponibilizadas pelo Blog Pequeninos de Jesus:

Dicas do trimestre para EBD;


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

BASE NACIONAL CURRICULAR - EDUCAÇÃO INFANTIL

A Educação Infantil em nosso país, nas últimas décadas, vem construindo uma nova concepção sobre como educar e como cuidar de crianças de zero a cinco anos em instituições educacionais. Essa concepção deve buscar romper com dois modos de atendimento fortemente marcados na história da Educação Infantil: o assistencialista, que desconsidera a especificidade educativa das crianças dessa faixa etária, e também o escolarizante, que se orienta, equivocadamente, por práticas do Ensino Fundamental.
As atuais Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (DCNEI - Resolução CNE/CEB nº. 05/09, artigo 4º) definem a criança como um sujeito histórico e de direitos, que brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e sobre a sociedade, produzindo cultura. O reconhecimento desse potencial aponta para o direito de as crianças terem acesso a processos de apropriação, de renovação e de articulação de saberes e conhecimentos, como requisito para a formação humana, para a participação social e para a cidadania, desde seu nascimento até seis anos de idade. Além disso, em uma ação complementar das instituições educativas com as famílias, a comunidade e o poder público, é imprescindível assegurar o direito das crianças à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, à cultura, às artes, à brincadeira, à convivência e à interação com outros/as meninos/as.
O posicionamento em relação aos processos pedagógicos na Educação Infantil parte da concepção de que a construção de conhecimentos pelas crianças nas unidades de Educação Infantil, urbanas e do campo, efetiva-se pela sua participação em diferentes práticas cotidianas nas quais interagem com parceiros adultos e companheiros de idade.
Nesse processo é necessário reconhecer dois pontos. O primeiro diz respeito ao modo como as crianças pequenas se relacionam com o mundo, a especificidade dos recursos que utilizam, tais como a corporeidade, a linguagem, a emoção. Entender essa forma relacional e afetiva, muito ligada à vivência pessoal, em que se utiliza um reduzido uso de categorias para assinalar o que se conhece, é crucial a um trabalho na Educação Infantil. Nessa etapa, as crianças reagem ao mundo fortemente guiadas por suas emoções, buscam conhecer diferentes pessoas, adultos e crianças, adquirem maior autonomia para agir nas práticas cotidianas que envolvem as tarefas de alimentação, de higiene, na integração do educar e do cuidar. Nesse período etário, mais do que em qualquer outro, as interações e as brincadeiras, em especial as de faz-de-conta, são os principais mediadores das aprendizagens da criança e se fazem presentes em todo o tipo de situação: nas explorações de objetos e de elementos da natureza, no reconhecimento dos comportamentos dos parceiros, no acompanhamento de uma apresentação musical ou de uma história sendo contada.
O segundo ponto chama a atenção para o reconhecimento de que o conjunto dos discursos e das práticas cotidianas vivenciados nas instituições educacionais conforma um contexto que atua nos modos como as crianças e os adultos vivem, aprendem e são subjetivados, desde o nascimento, com fortes impactos para sua própria imagem e para o modo como se relacionam com os demais. Em função disso, o foco do trabalho pedagógico deve incluir a formação pela criança de uma visão plural de mundo e de um olhar que respeite as diversidades culturais, étnico-raciais, de gênero, de classe social das pessoas, apoiando as peculiaridades das crianças com deficiência, com altas habilidades/superdotação e com transtornos de desenvolvimento.
Esses pontos guiam o modo de as crianças conhecerem o mundo social e físico e se apropriarem das diferentes linguagens e tecnologias que aí circulam e podem ajudá-las a desenvolver atitudes de solidariedade, de respeito aos demais e de sustentabilidade da vida na Terra. Para isso, elas precisam imergir nas situações, pesquisar características, tentar soluções, perguntar e responder a parceiros diversos, em um processo que é muito mais ligado às possibilidades abertas pelas interações infantis do que a um roteiro de ensino preparado apenas pelo/a professor/a. Daí que o currículo na Educação Infantil acontece na articulação dos saberes e das experiências das crianças com o conjunto de conhecimentos já sistematizados pela humanidade, ou seja, os patrimônios cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico (DCNEI, Art. 3º).
Essas considerações fundamentam os três princípios que devem guiar o projeto pedagógico da unidade de Educação Infantil propostos nas DCNEI (Resolução CNE/CEB 05/09, artigo 6º):
  • Eticos (autonomia, responsabilidade, solidariedade, respeito ao bem-comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades);
  • Políticos (direitos de cidadania, exercício da criticidade, respeito à ordem democrática);
  • Estéticos (sensibilidade, criatividade, ludicidade, liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais).


Tais princípios embasam os temas, as metodologias e as relações que constituem o modo de gestão das turmas e da unidades e a programação dos ambientes no dia-a-dia da unidade de Educação Infantil.

Texto tirado do site da Base Nacional Comum Curricular. Clique para saber mais BNCC e Educação Infantil!

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

MEC abre consulta pública sobre texto preliminar da Base Nacional Comum

Documento estabelece os conhecimentos mínimos que se espera que toda criança e jovem construam ao longo da escolaridade


Do Todos Pela Educação
O Ministério da Educação (MEC) publicou na tarde de hoje, 16 de setembro, a primeira versão da Base Nacional Comum (BNC), documento que deverá ser orientador de formulação de currículo para toda a Educação Básica. Com a BNC, há expectativa de que a Educação brasileira ganhe em diversos aspectos, especialmente em equidade, uma vez que ela estabelece, com mais clareza e objetividade, os conhecimentos mínimos que se espera que toda criança e jovem construam ao longo da escolaridade. Dessa forma, um estudante de uma escola rural no interior de Acre deverá ter, ao fim de sua escolaridade básica, a mesma formação básica que um aluno de uma escola urbana do centro de Porto Alegre (RS).

A base não deve, porém, ser encarada como receita de salvação para a Educação brasileira. Ela precisa estar inserida em uma política nacional de Educação que contemple outras preocupações igualmente prioritárias, como a formação de professores (inicial e continuada), a carreira do magistério, a avaliação de sistema, as condições de infraestrutura, entre tantos outros temas que determinam as condições para um bom ensino.
O estágio atual, de consulta pública, é fundamental e não pode ser atropelado. Este é o momento para que a sociedade se manifeste, individualmente ou por meio de organizações representativas, sobre o documento. É preciso analisar a forma, o conteúdo e os princípios propostos no texto. Especialistas de cada área devem se manifestar, criticar e sugerir.
A instituição da BNC estava prevista desde a promulgação da Constituição Federal, em 1988, e da sanção da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 1996. Ela também é uma exigência do Plano Nacional de Educação (PNE) sancionado há pouco mais de um ano. Segundo o texto, a base deve ser instituída até junho de 2016. A BNC é essencial para o estabelecimento de um Sistema Nacional de Educação (SNE), por exemplo, outra exigência do PNE em vigor (saiba mais aqui). Ela valerá para todas as escolas – públicas ou privadas, urbanas ou rurais, independente da região.
O texto divulgado hoje resulta do trabalho de um comitê de assessores e de um grupo de 116 especialistas divididos por área, componente curricular e etapa (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio). O grupo é composto por professores de todas as unidades da federação, gestores das redes estaduais de Educação e representantes de 35 universidades e dois institutos federais. De acordo com o MEC, os elaboradores da BNC levaram em conta os currículos já existentes em todo o País e também as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), lançadas entre 2009 e 2011, além de marcos legais como as leis educacionais e os documentos produzidos nas Conferências Nacionais de Educação (Conae).
Para a construção do texto preliminar, também foram ouvidos pelo MEC o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); o Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação (FNCE); a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME); a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e o Fórum Nacional de Educação (FNE), entre outras entidades, organizações e associações ligadas à Educação Básica.
Segundo o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a definição do currículo de uma rede ou escola deverá ter 60% orientado pela BNC. Os outros 40% deverão ser dedicados à chamada parte diversificada, na qual o sistema poderá contemplar as regionalidades e a diversidade cultural local, definida por meio do Projeto Político Pedagógico de cada escola.
O texto preliminar está dividido por áreas do conhecimento. A divisão é a mesma do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): ciências humanas, ciências da natureza, matemática e linguagens. Dentro das áreas, além dos objetivos gerais de cada uma, estão especificados os direitos de aprendizagem, divididos por ano de escolaridade e por disciplina da área no Ensino Fundamental e Médio. Por exemplo: é possível ver o componente curricular de geografia, dentro da área de ciências humanas, para o 6º ano do Fundamental ou o de química para o 3º ano do Médio dentro de ciências da natureza.
No caso da Educação Infantil, que abrange a Creche e a Pré-escola, a formatação da proposta é diferente. As quatro áreas do conhecimento apresentam “campos de experiências” nos quais os saberes das crianças podem ser trabalhados. São eles: “o eu, o outro e o nós”; “corpo, gestos e movimentos”; “escuta, fala, pensamento e imaginação”; “traços, sons, cores e imagens” e, por fim, “espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”.
A base também considera conhecimentos interdisciplinares e temas transversais entre as quatro áreas, chamados no texto de “temas integradores”. Eles contemplam a dimensão cognitiva e “as dimensões política, ética e estética da formação dos estudantes”. Entre eles, estão: consumo e educação financeira; ética, direitos humanos e cidadania; sustentabilidade; tecnologias digitais; culturas africanas e indígenas.
Próximos passos
O texto da base está aberto para consulta pública até março do ano que vem, de acordo com o ministro Janine Ribeiro. Após esse período, será submetido à análise do CNE. A base não precisa passar pela Câmara ou pelo Senado para ser aprovada, uma vez que ela não é matéria legislativa.
Texto retirado do site Todos pela Educação! Acesse e conheça mais!!! 

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Por que uma Base Nacional Comum Curricular? #BNCC

Não existe uma só resposta para essa pergunta.

Das salas de aula virão algumas delas; dos centros de pesquisa em educação, outras. Junto com as respostas, não faltarão ponderações e outras perguntas. Assim é o processo em Educação: cheio de perguntas que geram novas perguntas e debate.
Há ainda respostas mais objetivas para a pergunta “Por que uma BNC?”. Entre elas, aquelas relacionadas ao cumprimento de leis.
A necessidade de criação de uma Base Nacional Comum aparece na nossa Constituição Federal, de 1988, no Art. 210. Anos depois, ela também é prescrita na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), em seu artigo 26.
Nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) é que a Base é efetivamente detalhada. E é a partir das DCNs que todo o processo atual de construção da BNC se inspira e se organiza. Mais recentemente a necessidade da BNC foi evidenciada ainda em outros documentos significativos para a Educação, frutos de discussões de todos os setores da sociedade. Ela está indicada nas Conferências Nacionais de Educação e também no Plano Nacional de Educação (PNE). O PNE estabelece, em diversas estratégias, a construção de uma proposta de Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento, coordenada pelo MEC, e que deve ser encaminhada, até junho de 2016, para o Conselho Nacional de Educação (CNE).
O atendimento a essas determinações legais – Constituição, LDBEN, DCNs, CONAE e PNE - terá como efeito a produção de uma referência de currículo que articule os esforços existentes nos estados, no Distrito Federal e em muitos municípios na produção de seus documentos curriculares.
Texto tirado do site http://basenacionalcomum.mec.gov.br ! Acesse e conheça mais!

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

MEC apresenta texto preliminar da Base Nacional Comum Curricular


Para Baixar o arquivo Clique aqui!

Para mais informações conheça os sites:

(Site que divulgou a imagem)



O que é a Base Nacional Comum Curricular? #BNCC

A Base Nacional Comum Curricular (BNC) vai deixar claro  os conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso e se apropriar durante sua trajetória na Educação Básica, ano a ano, desde o ingresso na Creche até o final do Ensino Médio. Com ela os sistemas educacionais, as escolas e os professores terão um importante instrumento de gestão pedagógica e as famílias poderão participar e acompanhar mais de perto a vida escolar de seus filhos.

A Base será mais uma ferramenta que vai ajudar a orientar a construção do currículo das mais de 190 mil escolas de Educação Básica do país, espalhadas de Norte a Sul, públicas ou particulares.
Com a BNC, ficará claro para todo mundo quais são os elementos fundamentais que precisam ser ensinados nas Áreas de Conhecimento: na Matemática, nas Linguagens e nas Ciências da Natureza e Humanas.
A Base é parte do Currículo e orienta a formulação do projeto Político-Pedagógico das escolas, permitindo maior articulação deste. A partir da Base, os mais de 2 milhões de professores continuarão podendo escolher os melhores caminhos de como ensinar e, também, quais outros elementos (a Parte Diversificada) precisam ser somados nesse processo de aprendizagem e desenvolvimento de seus alunos. Tudo isso respeitando a diversidade, as particularidades e os contextos de onde estão.
A Base é uma conquista social. Sua construção é crucial para encontrarmos um entendimento nacional em torno do que é importante no processo de desenvolvimento dos estudantes brasileiros da Educação Básica. Entender seu real significado e participar da sua construção é direito e dever de todos.
Texto tirado do site http://basenacionalcomum.mec.gov.br ! Acesse e conheça mais!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Como colocar os comentários do facebook no Blog?? #DicadeBlogueira

Olá!

Hoje vim trazer uma dica de blogueira pra vocês!

Através desse vídeo consegui colocar os comentários do facebook no blog!


Esse é o site q ele usa:

https://developers.facebook.com

Tags usadas:

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procure pela tag ( <div class='comments' id='comments'> )

(pode existir duas dessa tag então cole o codigo depois da segunda tag caso no final não de certo cole depois da 1ª)

INSIRA O CODIGO ABAIXO

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agora procure pela tag ( </head> ) e cole o codigo abaixo antes dela

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depois procure pega tag ( ]]></b:skin> ) e cole o codigo abaixo, antes dela

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Eu juro que é fácil!
Se eu consegui, você também consegue!

Bjos!!!

Postagem em destaque

Top 5: Blogs e Canais para Professores de Educação Infantil

Olá Gente, tudo bem? Hoje venho dividir com vocês cinco blogs e canais que me ajudam muito em minhas pesquisas para o trabalho pedagógico...